Quando era mais novo a minha avó costumava dizer que os ídolos das crianças eram os bonecos e que quando crescessem iriam querer ser tal como as "barbies" e os outros brinquedos.
Com o passar dos anos o tempo só lhe veio dar razão.
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12 comentários:
16 anos e já parece um coador! É sempre bom...
Mas continuo a afirmar que a responsabilidade não é destes jovens!
Sim de facto a responsabilidade não é dos jovens, mas também não é só dos pais, é da sociedade em geral.
hahaha muito bem escolhido! Percebi agora!:D realmente as semelhanças são enormes!
(P.S. qd estou cansado demoro a processar)
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Sim, sem dúvida! se leste o post que coloquei no meu blog depois de tomar conhecimento do caso, ves que refiro a sociedade no global como responsavel por tudo o que se esta a passar.
Desculpe, mas não estou a perceber o seu problema. Que os adolescentes exprimem sentimentos transgressores não é novidade para ninguém que se ocupe da educação.
Por outro lado, as experiências mais ou menos eróticas entre irmãos (ou grupos de adolescentes) de idade aproximada são uma banalidade.
A sociedade tem, até aqui, sabido proporcionar as alternativas adequadas com uma percentagem de "erros" bastante aceitável.
Qual é, na sua opinião, a diferença qualitativa que justifica o seu alarme?
Apoiar o incesto é normal entre os adolescentes!?
Eu não pertenço à área da educação mas sei por experiência própria que quando era adolescente isto não era aceitável, e não sei se é uma banalidade a existência de experiências sexuais entre irmãos, mas sinto-me mal se assim for.
Se o caro senhor acha que não há razão para alarme peço desculpa então por tê-lo feito perder uns breves minutos da sua vida a comentar este blog, mas peço-lhe que continue a visitar este espaço. Talvez veja algo que o espante!
Mas deixe-me fazer-lhe uma pergunta, já que acha que não há razão para alarme.
O que diria você se dois dos seus filhos estivessem envolvidos em relações sexuais tal como esta gente apoia, com certeza não se dirigiria a eles com esse discursozinho liberal.
Meu caro JR, deixa-me embaraçado por um monte de razões, mas fundamentalmente porque me fala dos meus filhos, o que me obriga a personalizar esta intervenção. Os meus filhos, uma rapariga e um rapaz passaram pela naturalíssima rejeição um do outro, pertenceram a grupos etários um pouco diferentes e por aí fora. Não disponho de dados minimamente seguros, mas julgo saber que o incesto entre irmãos como eles é muito mais raro do que, por exemplo, entre pai e filha - e este é muitíssimo mais grave: implica sempre uma violência pelo menos psicológica.
Não sou propriamente um liberal, como reparará, mas fui professor quase uma vida e não acredito na eficácia do moralismo. A educação que lhes tentei dar assentou fundamentalmente na desmontagem e compreensão dos mitos da adolescência - e o incesto é apenas um deles, mais próprio de filhos únicos que, como o Almada Negreiros dizem:
«Eu amo a minha irmã gémea que nasceu sem vida...» ou «eu amo a Lua, do lado que eu nunca vi.»
Se queremos que um adolescente modifique as suas opiniões ou as suas atitudes, a primeira coisa a fazer é discutir com ele, tornar atraentes as alternativas. É, aliás, o que a sociedade faz quando tem meios para isso: a imagética ligada ao namoro com a promessa de aceitação no mundo dos adultos, é suficiente para a grande maioria dos jovens ultrapassar os comportamentos de bando.
Claro que isto se torna mais difícil quando o jovem sabe perfeitamente que essas promessas não serão cumpridas no seu caso, por exemplo, por viver num bairro degradado e não ter feito a escolaridade suficiente. Mas, seguir por este caminho afastava-nos muito do tema do seu blog.
Espero que não fique zangado por ter discordado de si e certamente que voltarei ao seu blog.
Eu tenho é curiosidade em ver essa malta a começar a ir a entrevistas para emprego. Cá estarei para os receber, de braços abertos. Mas com armadura, por causa dos piercings...
tacci
Agradeço a sua resposta que foi bastante clara, e que tenha dado a sua opinião.
Não fico zangado por ter discordado de mim, só que quando li o seu primeiro comentário fiquei com a impressão que defendia este comportamento.
rafeiro perfumado
Compartilho da sua opinião, de facto com tanto piercing a gente já nem sabe se pode tocar...
Só tenho duas coisas a dizer:
-> IGNORANTES
-> PRECONCEITUOSOS
Concordo perfeitamente, IGNORANTES E PRECONCEITUOSOS
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nao deixam de ter ter razão no entanto.
a culpa do perconceito já nao e so de um ou outro, mas de toda a gente em geral. oh bem.
tenho um piercing - um só e bem discreto - e nao tenho tido grandes problemas por isso, e deixam-me trabalhar com ele.
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